Adequar todas as suas bases para a versão mais recente do Firebird em apenas 2 cliques. Você já ouviu que “migrar não é só backup/restore” e que “precisa recompilar todos os objetos” — o Framework resolve isso em escala.
Migrar uma base é chato. Migrar milhares é inviável à mão: versões diferentes, objetos que precisam recompilar, rotinas que quebram e o risco de descobrir o erro só em produção.
Um processo guiado, com validação, em vez de um script solto que ninguém sabe rodar de novo.
Escala real, não demonstração de laboratório.
Trabalho de semanas resolvido em muito menos tempo.
Trata a parte que costuma quebrar a migração.
Repetível e validado, base a base.
Sem montar mão de obra especializada para cada base.
Informe o conjunto de bases a migrar.
O processo adequa e valida os objetos automaticamente.
Você confere o que mudou e segue para produção com segurança.
O preço é por licença de migração, em faixas progressivas — quanto mais bases, menor o valor unitário. Digite a quantidade e veja o total na hora.
| Faixa | Até (licenças) | Valor por licença |
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| Faixa | Qtd | Valor unit. | Subtotal |
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Valores por licença de migração, em faixas progressivas. O orçamento final é confirmado na conversa.
Instale no seu ambiente e rode a migração em 2 cliques — há versão avulsa e versão integrada ao HQBird.
Instalador para Windows, com os binários do Firebird incluídos na pasta do framework.
Baixar →Para quem já tem o HQBird licenciado — usa os binários do próprio HQBird.
Baixar →Pacote .deb homologado para Ubuntu 22 e superiores.
Baixar →Passo a passo: instalação, conf.ini, execução e leitura dos logs.
Baixar →Ver notas de versão (release notes)
Os arquivos e o histórico de cada versão ficam em download.mqfs.com.br. O framework permite um número limitado de conversões gratuitas; o licenciamento é feito dentro do próprio aplicativo.
As perguntas que mais chegam no dia a dia de quem depende do banco.
Não. Objetos precisam ser recompilados e compatibilidades tratadas — é aí que a maioria das migrações manuais quebra.
O Framework conduz o processo de forma repetível e validada, base a base, em vez de um script solto.
O objetivo é adequar as bases para a versão mais recente do Firebird, respeitando o que existe hoje no seu ambiente.
Depende do tamanho e da quantidade de bases. O ganho do Framework é justamente a velocidade record em escala.
Me manda a versão atual, o tamanho e a quantidade de bases — eu te digo o caminho.